Nosso corpo é a morada do Eu eterno, uma vida plena está Além de ter saúde e conforto. Neste blog estão os caminhos trilhados na busca por este Além.
sexta-feira, 25 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
PASSEIO SOCRÁTICO
Ao viajar pelo Oriente mantive contatos com monges do Tibet, da
Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos,
recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão. Outro dia eu observava
o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de
executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente
comendo mais do que deviam. Com certeza já haviam tomado café da manhã
em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam
vorazmente. Aquilo me fez refletir:
- Qual dos dois modelos produz felicidade?
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei:
- Não foi à aula? Ela respondeu:
- Não, tenho aula à tarde.
Comemorei:
- Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde.
- Não, retrucou ela, tenho tanta coisa de manhã...
- Que tanta coisa? Perguntei:
- Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina, e começou a elencar seu
programa de garota robotizada.
Fiquei pensando
- Que pena, a Daniela não disse: - Tenho aula de meditação!
Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados,
mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora
que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não
adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as
pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem
aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis
livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de
ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me
preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho
ótimo, vamos todos morrer esbeltos:
-Como estava o defunto?. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!
Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da
ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na
realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade.
Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela Internet: não se pega
aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse.
Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima
em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio
ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os
valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de
abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais,
religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai
por outro lado, pois somos também eticamente virtuais...
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do
espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um
problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um
pouco menos cultos. A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é
o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador,
imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde
diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que
felicidade é o resultado da soma de prazeres: - Se tomar este
refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,
você chega lá! O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede
desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um
analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus
pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o
direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o
desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande
desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver
o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante,
neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor...
Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis:
amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à
Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar
saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem
história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma
catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso:
a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais
estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir
roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação
paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela
musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas
aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por
belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos
céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no
cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar,
certamente vai se sentir no inferno.... Felizmente, terminam todos na
eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o
mesmo hambúrguer do McDonald's...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas:
-Estou apenas fazendo um passeio socrático. Diante de seus olhares
espantados, explico:
- Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça
percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o
assediavam, ele respondia:
- Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para
ser feliz.
Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos,
recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão. Outro dia eu observava
o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de
executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente
comendo mais do que deviam. Com certeza já haviam tomado café da manhã
em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam
vorazmente. Aquilo me fez refletir:
- Qual dos dois modelos produz felicidade?
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei:
- Não foi à aula? Ela respondeu:
- Não, tenho aula à tarde.
Comemorei:
- Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde.
- Não, retrucou ela, tenho tanta coisa de manhã...
- Que tanta coisa? Perguntei:
- Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina, e começou a elencar seu
programa de garota robotizada.
Fiquei pensando
- Que pena, a Daniela não disse: - Tenho aula de meditação!
Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados,
mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora
que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não
adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as
pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem
aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis
livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de
ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me
preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho
ótimo, vamos todos morrer esbeltos:
-Como estava o defunto?. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!
Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da
ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na
realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade.
Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela Internet: não se pega
aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse.
Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima
em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio
ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os
valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de
abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais,
religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai
por outro lado, pois somos também eticamente virtuais...
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do
espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um
problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um
pouco menos cultos. A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é
o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador,
imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde
diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que
felicidade é o resultado da soma de prazeres: - Se tomar este
refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,
você chega lá! O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede
desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um
analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus
pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o
direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o
desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande
desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver
o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante,
neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor...
Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis:
amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à
Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar
saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem
história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma
catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso:
a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais
estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir
roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação
paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela
musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas
aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por
belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos
céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no
cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar,
certamente vai se sentir no inferno.... Felizmente, terminam todos na
eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o
mesmo hambúrguer do McDonald's...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas:
-Estou apenas fazendo um passeio socrático. Diante de seus olhares
espantados, explico:
- Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça
percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o
assediavam, ele respondia:
- Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para
ser feliz.
Frei Beto
sexta-feira, 18 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Ganesha e as crianças
Por: João Soares e Rosa Muniz
Atualizado em: 10/02/2011
Ilustrações: Thaís UzanNosso elefantinho Ganesha é muito querido pelos praticantes de yoga! Considerado o removedor de obstáculos e o mestre da arte e da sabedoria, a ele oferecemos muitos mantras e reverências.
Seu corpo de gente e cabeça de elefantinho chamam atenção também das crianças, despertando um mágico interesse para suas histórias e aventuras!
Existem muitas histórias sobre ele e uma delas - muito interessante – é contada pelo professor Pedro Kupfer em seu artigo “Por que Ganesha cavalga um rato”:
“Certa vez, existiu um demônio chamado Gajamukha. Gajamukha era um yogi que, devido à austeridade de suas práticas espirituais, tinha se tornado tão poderoso que era considerado invencível. Infelizmente, como acontece com alguns yogis, perdeu-se no caminho e acabou utilizando sua energia espiritual para fazer o mal. As coisas ficaram críticas para a estabilidade do mundo quando ele expulsou os deuses do céu. Estes, aterrados e, sem poder fazer nada para deter o demônio, chamaram Ganesha para que os ajudasse. .
No início do confronto, o deus-elefante não pôde fazer muita coisa, pois Gajamukha era realmente poderoso e nenhuma arma utilizada contra ele conseguia atingi-lo. Eles se digladiaram nos céus por milênios, esgotando suas energias, sem que nenhum dos dois lutadores conseguisse sobrepujar o outro. No fim, Ganesha fez um grande sacrifício e arrancou sua própria presa direita, arremessando-a ao demônio com tanta força concentrada que este ficou seriamente ferido. Ao mesmo tempo, Ganesha lançou-lhe uma maldição, condenando-o a transformar-se num rato. O sortilégio funcionou e Gajamukha virou um roedor. Imediatamente, Ganesha saltou sobre ele e começou a cavalgá-lo.” (...)
Outra história sobre nosso amigo, diz que, quando criança, Ganesha saiu para brincar com seu arco e flecha e encontrou um gatinho.
Ganesha começou atirar flechas em sua direção e como o gatinho saiu correndo assustado, Ganesha, em sua ingenuidade, achou que o bichinho estivesse brincando.
Então continuou a atirar-lhe flechas enquanto o bichinho, desesperado, subia em árvores, rolava na lama e fazia de tudo para escapar. Durante um bom tempo, se divertiu bastante, mas depois se cansou da brincadeira e voltou para casa. Ao chegar, viu sua mãe toda arranhada, cansada e suja de lama. Ele logo perguntou o que havia acontecido. Parvati lhe respondeu que ele havia feito aquilo. Ganesha não entendeu e sua mãe lhe fez um carinho e explicou: Eu sou o mundo e tudo que nele existe. Cada vez que alguém faz mal ao mundo está fazendo mal a mim. Eu também sou esse gatinho, e se alguém faz mal a ele, eu também sofro.
Então, Ganesha, que era muito sabido, entendeu a lição que sua mãe queria lhe ensinar! Entendeu que até mesmo suas brincadeiras e ações com os pequenos seres afetam a sua grande mãe, que é o mundo.
Outra história, provavelmente a mais conhecida sobre Ganesha, é porque ele tem a cabeça de elefante. Geralmente ouvimos que ele foi decapitado por seu próprio pai, Shiva. Existe outra versão, pouco conhecida, narrada por Ada Albrechet no seu livro Satsang, contos da Índia, e que nós utilizamos em nosso CD Relaxamentos para crianças com historias da Índia.
Essa versão nos diz que quando Ganesha nasceu ele era um menino muito lindo! Seus olhos brilhavam como duas enormes estrelas e seu sorriso e simpatia atraíam multidões. Ganesha era tão especial que bastava alguém chegar perto dele para se encher de sabedoria e de riqueza.
Sua mãe, Parvati, ficou muito assustada, pois muitas pessoas – algumas muito ruins – tentavam se aproximar do seu querido filho. Então resolveu procurar o deus Brahma para se aconselhar.
Brahma sugeriu que ela colocasse sobre a cabeça do menino a máscara de um animal, pois assim muitas pessoas não iriam reconhecê-lo.
Parvati perguntou a Brahma qual era o animal mais sábio que existia. Ele respondeu que era o elefante. Então, ela lhe perguntou qual era o mais generoso? Mais uma vez Brahma respondeu que era o elefante.
Convencida, Parvati colocou sobre a cabeça do seu filho uma enorme máscara de elefante.
É por isso que até hoje só as pessoas de coração puro conseguem perceber que, atrás daquela máscara, existe um menino muito especial, que pode ofertar muita sabedoria e prosperidade a quem conseguir enxergá-lo!
Com tantas histórias encantadoras ao seu respeito, Ganesha é uma figura especial e mágica que pode aproximar as crianças do yoga e de seus ensinamentos!
Que tal agora fazer uma prática com esse querido amiguinho?
Ganesha: uma aula cheia de magia

Ganesha, o menino-elefante, tem um convite para te fazer:
Viaje com ele nesta aventura, e muitas coisas, você pode aprender!

No alto da montanha ele busca equilíbrio, para viver a magia do ar!
Cruza suas pernas e cruza seus braços.
Como o pássaro Garuda ele pode voar!

Flutua no céu, e sente-se leve! Com os braços abertos, tira um pé do chão. Olha lá embaixo e avista o mundo. Faz de conta que é um avião!

Voar é muito divertido! Mas também é importante saber pousar. Ele senta-se no chão e levanta os dois pés: Agora é hora de aterrissar.
Ganesha vive agora a magia da terra! Tenta perto do chão, o seu coração levar. Deixa os braços pra trás e fecha seus olhos. A grande tartaruga quer reverenciar.

Ainda como a tartaruga, olha pra dentro a se observar.
Respeitando seu corpo, avança um pouco mais.
A voz da terra, ele quer escutar.

Com um mergulho, vive a magia da água! E como um peixe, se afunda no mar.
Estica seus braços e levanta uma perna. Flutua no oceano e se põe a nadar.

E, deitado de lado, imita a grande Serpente.
Quer dentro dele toda magia manter.
Estica uma perna e se equilibra contente, pois tudo no mundo ele pode conhecer.

Pratica a postura do corvo para remover qualquer obstáculo que apareça na terra, na água e no ar. Com esta postura cria resistência, pra nunca na vida desistir de tentar.

Quando termina sua grande jornada, deita-se aconchegado, abraçado pelo chão. Pede paz pra ele e pra todo o mundo: planta este desejo dentro do coração.

E cheio de paz percebe-se perfeito, com todos os seres quer se conectar!
Este menino nunca se cansa! Novas aventuras ele vai procurar!
Namastê: Tudo de bom pra você, tudo de bom para mim, tudo de bom para todos nós.
Texto Ganesha e as Crianças: João Soares
Aula Ganesha: uma aula cheia de magia: Rosa Muniz
Visite: www.yogacomhistorias.com.br
Ilustrações: Thaís Uzan *
* Thaís é uma talentosa jovem de 20 anos que, quando criança, praticou yoga conosco! Atualmente faz Artes Visuais na Unicamp e assina as ilustrações do próximo livro do Yoga com Histórias: O Pequeno Yogue que encarou o monstro.
Visite: www. thaisuz.deviantart.com
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